Enquete

Paciente masculino, 28 anos, com cefaléia e obstrução nasal bilateral associadas a prurido nasal e coriza, foi tratado com anti-histamínicos e corticóides intranasais sem melhora clínica. Ao exame, apresenta desvio do septo nasal em zonas II, III e IV de Cottle para esquerda e hipertrofia de conchas inferiores. Foi decidido pelo tratamento cirúrgico com septoplastia e turbinectomia parcial inferior bilateral. A tomografia computadorizada evidenciou, adicionalmente, concha média bolhosa à direita (figura 1 e (Figura 2). Quanto à concha bolhosa, a melhor conduta intra-operatória neste caso seria:













ORL e a Medicina do Trabalho

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Abaixo estão listadas todas as enquetes realizadas no site da ABORL-CCF.


Paciente do sexo feminino, 58 anos deu entrada no serviço de ORL com queixas de dores em hemiface a direita após extração dentaria e com drenagem de secreção purulenta no local do procedimento odontológico. (Figura 1) Foi realizado então antrostomia maxilar com a correção da fistula oroantral com melhora clinica e radiológica (Figura 2) porem referia que após o procedimento cirúrgico evoluiu com epifora e com 4 meses da cirurgia chegou no consultório com um abaulamento e hiperemia em região cantal medial do olho direito com drenagem de secreção purulenta (Figura 3). Qual seria a principal hipótese diagnóstica e a melhor opção para o tratamento dessa paciente?

Abscesso orbitário e encaminhar ao colega Oftalmologista
Resultado Parcial: (4)
Escala 1,53

Dacriocistite e tratar a infecção da via lacrimal e não mais abordar, tratando sempre que houver infecção
Resultado Parcial: (2)
Escala 0,76

Dacriocistite e indicar a sondagem da via lacrimal e correção por via externa
Resultado Parcial: (4)
Escala 1,53

Dacriocistite e indicar a Dacriocistorrinostomia endoscopica após tratamento clinico da infecção
Resultado Parcial: (231)
Escala 88,17

Abscesso periorbitário e solicitar novos exames para drenagem
Resultado Parcial: (21)
Escala 8,02

Resposta: D.
Sabe-se que a principal queixa de obstrução da via lacrimal é a Epifora e que a causa numero 1 é idiopática, seguida de pós procedimentos cirúrgicos nasais e traumas (1). Esse caso mostra bem uma complicação que pode ocorrer no momento do alargamento do ostio natural.
A dacriocistorrinostomia é o tratamento padrão para a obstrução do ducto nasolacrimal. A cirurgia consiste basicamente na abertura do saco lacrimal, que é conectado ao nariz, pela remoção do osso e da mucosa entre estas duas estruturas, ao nível do meato médio (2).
Apesar de também poder ser abordado pelos oftalmologista através da via externa com ótimos resultados, as vantagens da via endoscópica são a excelente visualização do saco lacrimal no seu todo, a ausência de cicatriz externa, o menor tempo transoperatório e a menor morbidade (3)
Para essa paciente foi proposto o tratamento da Dacriocistite primeiro e em seguida sua correção via endoscópica com melhora definitiva da epifora .

BIBLIOGRAFIA
1) Bernardo Cunha Araujo Filho, Richard Louis Voegels, Ossamu Butugan, Carlos Diogenes Pinheiro Neto, Marcus Miranda Lessa; BJORL - 2005 (71).721-725
2) Thawley SE. The otolaryngologist-ophthalmologist relationship: an historic perspective. Otolaryngol Clin North Am. 2006;39(5):845-53.
3) Karim R, Ghabrial R, Lynch T, Tang B. A comparison of external and endoscopic endonasal dacryocystorhinostomy for acquired nasolacrimal duct obstruction. Clin Ophtalmol. 2011;5:979-89


CV do autor
BRENO SIMÕES RIBEIRO DA SILVA (BELÉM/PA)
1- mestrado em pesquisa em cirurgia pela Santa Casa de São Paulo
2- Realizou Fellow na Universidade de Graz-Áustria

 


Paciente do sexo masculino, 40 anos vem ao consultório acompanhado da esposa com queixa de apneia, roncos noturnos e sonolência diurna importante. Ao exame: IMC 27kg/m2, amígdala grau 2, mallampati 2, normognata, septo cetrado e cornetos normotróficos, úvula alongada. Ausência de pólipos nasais em nasofibroscopia. Realizou polissonografia apresentando AIH de 40 apneias/h com predominância de apneias e hipopneias obstrutivas com saturação minima de 57%. Após a avaliação o médico assistente indicou o uso de Auto-CPAP com mascara nasal para titulação durante uma semana, entretanto o paciente não conseguiu utilizar o aparelho, referindo acordar sufocado durante a noite. Qual o próximo passo para o tratamento do paciente?

Encaminhar paciente para adaptação de aparelho intra oral e repetir polissonografia com o mesmo
Resultado Parcial: (21)
Escala 10,45

Orientar o paciente a realizar atividade física regularmente e agendar uma consulta com a nutricionista
Resultado Parcial: (8)
Escala 3,98

Solicitar um exame de sonoendoscopia para descartar possível colapso de epiglote.
Resultado Parcial: (93)
Escala 46,27

Manter o uso do CPAP com outro tipo de mascara, já que se trata de um quadro grave
Resultado Parcial: (56)
Escala 27,86

Realizar manobra de muller durante consulta e indicar procedimento cirúrgico
Resultado Parcial: (23)
Escala 11,44

A apneia obstrutiva do sono, como sabemos, é causada por repetidos colapsos na via aérea superior durante o sono, resultando em parcial ou completa obstrução da passagem de ar. O tratamento com pressão positiva de ar ( CPAP) é a primeira linha de tratamento para pacientes com SAOS.1-2 Etretanto, mesmo com sua alta eficácia, uma parcela significativa dos pacientes não conseguem tolerar o aparelho, necessitando procurar outras formas de tratamento.3

A sonoendoscopia se tornou uma importante ferramenta no auxílio dos otorrinolaringologistas no diagnóstico e tratamento dos distúrbios respiratórios do sono.4 A possibilidade de tratarmos cirurgicamente o sítio exato da causa da obstrução é de extrema importância, principalmente por que a obstrução de via aérea superior normalmente ocorre em diversos níveis.4
O tratamento cirúrgico já se mostrou efetivo na redução dos distúrbios cardiovasculares, morbidade e mortalidade desencadeados pela SAOS, além de auxiliar na melhora dos distúrbios neurocognitivos.4

Nos pacientes pediátricos o colapso de epiglote é muito relacionado a laringomalácia, entretanto na população adulta este distúrbio não foi minuciosamente descrito. A maior parte dos casos ainda é relacionada a distúrbios neurológicos, cirurgias de cabeça e pescoço e trauma.5

É estimado que o colapso da epiglote ocorra em aproximadamente 12% dos pacientes adultos com SAOS, entretanto este número foi estimado de acordo com o exame de pacientes acordados.6 A manobra de muller realizada com o paciente acordado, muitas vezes não demonstra nenhum indício da ocorrência de um colapso de epiglote, não auxiliando o otorrinolaringologista no diagnóstico.7
De acordo com a revisão sistemática realizada por Torres et al que avaliou estudos que reportavam colapso de epiglote, evidenciou-se que este distúrbio ocorre mais frequentemente do que reportado na literatura.7

O tratamento com cirurgia multinível associado ao uso da sonoendoscopia tem se mostrado altamente eficaz, assim como o uso da cirurgia robótica no tratamento dos colapsos de base de língua e epiglote. A ressecção parcial de epiglote se demonstrou utilizando-se diferentes técnicas apresentou bons resultados.8-9

Todas as alternativas apresentam pontos corretos no tratamento da apneia do sono que devem ser sempre analizados. Porém o paciente em questão, com sobrepeso, sem alterações anatômicas importantes, apresentava um índice de apneia muito alto associado a dessaturação da oxi-hemoglobina. A indicação do uso do CPAP foi correta, entretanto a sensação de sufocamento na adaptação do aparelho nos chama a atenção. O uso da sonoendoscopia é mais uma ferramente que nós temos no diagnóstico multinível da região de obstrução na via aérea. Portanto, nós otorrinos devemos utilizar deste artifício, seja para uma melhor indicação cirúrgica ou uma dificuldade em adaptação do CPAP como neste caso.



Foto 1. Colapso de epiglote visto em sonoendoscopia9


Bibliografia

1- Martinez-Garcia MA, Capote F, Campos-Rodriguez F, et al. Effect of CPAP on blood pressure in patients with obstructive sleep apnea and resistant hypertension: the HIPARCO randomized clinical trial. JAMA 2013;310: 2407-2415.
2- Penzel T, Riedl M, Gapelyuk A, et al. Effect of CPAP therapy on daytime cardiovascular regulations in patients with obstructive sleep apnea. Comput Biol Med 2012;42:328-334.
3- Certal V, Nishino N, Camacho M, Capasso R. Reviewing the systematic reviews in OSA surgery. Otolaryngol Head Neck Surg 2013; 149:817-829.
4- Kezirian EJ, Hohenhorst W, de Vries N. Drug-induced sleep endoscopy: the VOTE classification. Eur Arch Otorhinolaryngol 2011;268: 1233-1236.
5- Maurer JT, Stuck BA, Hein G, Hormann K. Videoendoscopic assessment of uncommon sites of upper airway obstruction during sleep. Sleep Breath 2000;4:131-136.
6- Catalfumo FJ, Golz A, Westerman ST, Gilbert LM, Joachims HZ, Goldenberg D. The epiglottis and obstructive sleep apnoea syndrome. J Laryngol Otol 1998;112:940-943.
7- C. Torre, M. Camacho, S. Y. Liu, L. K. Huon, and R. Capasso, "Epiglottis collapse in adult obstructive sleep apnea: a systematic review," The Laryngoscope, 2015.
8- Herder C, van Tinteren H, de Vries N. Hyoidthyroidpexia:a surgical treatment for slepep apnea syndrome. Laryngoscope 2005; 115:740-745
9- Matteo Cavaliere, MD; Federico Russo, MD; Maurizio Iemma, MD. Awake Versus Drug-Induced Sleep Endoscopy: Evaluation of Airway Obstruction in Obstructive Sleep Apnea/Hypopnoea Syndrome. Laryngoscope, 123:2315-2318, 2013

 


O melhor congresso de todos os tempos está repleto de novidades. Uma delas é a otimização do seu tempo! Conseguimos adequar a grade científica, mantendo o número de sessões, para que o evento se encerre às 14hs do dia 05/11. Sendo assim, temos 3 opções para que o restante do seu último dia no 46º Congresso Brasileiro da ABORL-CCF seja muito bem aproveitado. Você prefere:

Que a Festa de Encerramento seja realizada logo após as últimas atividades do dia 05 de novembro, às 14hs, contemplando comidinhas de boteco com música sertaneja ao vivo
Resultado Parcial: (191)
Escala 36,45

Que no período da tarde ocorram atividades esportivas e a Festa de Encerramento seja realizada na noite do dia 05 de novembro, depois das 20hs, contemplando coquetel, seguido de música ao vivo e DJ
Resultado Parcial: (188)
Escala 35,88

Que o período da tarde seja livre e a Festa de Encerramento seja realizada na noite do dia 05 de novembro, depois das 20hs, contemplando coquetel, seguido de música ao vivo e DJ
Resultado Parcial: (145)
Escala 27,67

 


Em relação ao quadro clínico, diagnóstico e as possíveis complicações da infecção pelo Zica vírus, todas as alternativas abaixo estão corretas, exceto:

Febre, hiperemia conjuntival, prurido, artralgia e edema periarticular são achados comuns
Resultado Parcial: (17)
Escala 10,76

O quadro clínico compatível e antecedente epidemiológico de viagem para local onde existam casos de infecção pelo Zica vírus são suficientes para o diagnóstico.
Resultado Parcial: (90)
Escala 56,96

Podem ocorrer síndromes neurológicas, tais como: meningites, meningoencefalites e mielites (incluindo Síndrome de Guillain Barré)
Resultado Parcial: (8)
Escala 5,06

Na fase aguda da doença, isto é, entre o 1º e o 5º dia, pode ser realizada a detecção molecular (soro) através da técnica de RT-PCR. Após o 5º dia de quadro clínico a sorologia para Zica vírus (IgM e IgG quantitativos) é o método de escolha para o diagnóstico
Resultado Parcial: (38)
Escala 24,05

São descritas como possíveis complicações malformações congênitas pela infecção durante a gestação, incluindo microcefalia
Resultado Parcial: (5)
Escala 3,16

COMENTÁRIO 1 - Por Dr. Thiago Zinsly Sampaio Camargo, com Residência em Infectologia pelo Instituto de Infectologia Emilio Ribas, Mestre pela Unifesp, Doutorando pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, Coordenador do grupo de Suporte em Infecção do CTI do hospital israelita Albert Einstein e Professor convidado da disciplina de Microbiologia da FCMSCSP.

ALTERNATIVA B
A infecção pelo Zika vírus é considerada uma doença emergente. Trata-se de um RNA vírus pertencente ao gênero flavivírus com duas linhagens: africana e asiática, tendo a primeira infecção sido documentada em 1952 e o vírus isolado em 1947 na Floresta de Zika, Uganda.
Atualmente são conhecidos como vetores o Aedes aegypti e o Aedes albobictus e os reservatórios são primatas humanos e não humanos. A doença tem um período de incubação de 3 a 12 dias, sendo que apenas 20% dos infectados desenvolvem a doença que tem caráter auto-limitado e duração de 4 a 7 dias.

Já existem casos confirmados de transmissão por transfusão sanguínea, inclusive no estado de São Paulo e a transmissão sexual também pode ocorrer, sendo que a permanência do Zica vírus no sêmen é estimada entre 2 e 10 semanas após a infecção.
No Brasil existe notificação de circulação autóctone do Zika vírus em 22 estados: Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Roraima, Amazonas, Pará, Rondônia, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Recentemente tivemos a confirmação de um caso autóctone na cidade de São Paulo, inclusive.
A secretaria de saúde do estado de São Paulo define o caso suspeito de doença a presença de exantema maculopapular e dois dos seguintes sintomas: 1) febre (<38,5oC), 2) hiperemia conjuntival sem secreção, 3) prurido, 4) artralgia ou, 5) edema periarticular.
Ainda podem existir outras manifestações clinicas como: mialgia, cefaleia, edema de membros inferior, dor retro-orbital, anorexia, vômitos, diarreia ou dor abdominal. Manifestações neurológicas pode aparecer de 4 a 20 dias após o início dos sintomas, tais como: Sindrome de Guillan Barré, ADEM, entre outras.
O diagnóstico laboratorial confirmatório é dividido em testes de fase aguda e tardia. Na fase aguda (entre o 1o e 5o dia do início dos sintomas) pode ser realizada a detecção molecular no soro e urina (RT-PCR) e, na tardia (após o 5o dia de quadro clinico) pode ser solicitada a sorologia para Zica vírus (IgG e IgM quantitativos). Em breve, testes rápidos devem estar disponíveis, como acontece na dengue.
Abaixo segue uma tabela com os principais diagnósticos diferencias (Dengue, Chikungunya, Zika e Sarampo).

Até o momento não existe tratamento específico para a doença. Repouso, hidratação, anti-histaminicos para a erupção pruriginosa e anti-termicos como o acetominofeno, por exemplo, devem ser considerados. Não é recomendado o uso do acido acetilsalicílico, e de outras drogas anti-inflamatórias devido ao risco de síndrome hemorrágica, como ocorre em outras infecções pelos flavivírus.

A doença é considerada de notificação compulsória e atualmente não temos vacina disponível para prevenção. Sendo assim, a eliminação dos criadouros e evitar locais com a presença dos mosquitos são estratégias importantes. Além disso, o uso de telas, repelentes, inseticidas e uso de cobertura de área exposta com roupa são medidas importantes, sobretudo nas gestantes.

COMENTÁRIO 2 - Por Dr Henrique Faria Ramos, doutor pela FMUSP e Professor da Universidade Federal do Espírito Santo

Manifestações otorrinolaringológicas da infecção pelo Zika vírus

Apesar de o Zika vírus ter sido identificado há mais de 60 anos, apenas casos esporádicos da infecção viral em humanos foram relatados antes de 20071. Desde então alguns surtos da doença emergiram em ilhas do Pacífico e mais recentemente no Brasil e Colômbia2. A estimativa de casos da epidemia no Brasil é de 440 mil a 1.3 milhão de casos, o maior surto já observado3.
A recente eclosão das epidemias de infecção pelo Zika vírus, e particularmente sua introdução do continente americano, atraiu interesse da comunidade científica principalmente em razão da possibilidade de consequências graves no hospedeiro humano. Até então, a literatura limitava-se à relatos de casos, descrição de possíveis vetores e estudos sorológicos, visto a suposta benignidade do quadro clínico. Deste modo, no momento a infecção pelo Zika vírus sucita muito mais perguntas do que respostas.

Os sinais e sintomas mais comuns são erupção cutânea maculopapular frequentemente pruriginosa, febre branda, cefaleia, artralgia, dor retro-orbitária, conjuntivite e edema de extremidades2. Entretanto, cerca de 80% dos humanos infectados são assintomáticos, constituindo fonte de alto risco de transmissão4.

As manifestações otorrinolaringológicas da doença são brevemente citadas em séries de casos, podendo advir da circulação do vírus no sistema linfático após a picada do vetor5 e do possível efeito neurotrópico do Zika vírus6.

A linfadenopatia, principalmente submandibular, cervical e retroauricular, foi descrita em pacientes infectados, mas não é considerada uma manifestação típica7,8.
Há relatos esparsos de vertigem durante a fase aguda da infecção7,9 e alteração auditiva autolimitada e inespecífica descrita como sensação de audição "metálica"10. Devido à natureza transitória dos sintomas, as avaliações auditiva e labiríntica não foram realizadas.

As epidemias na Polinésia Francesa (2013) e Brasil (2015) foram acompanhadas do aumento da incidência de Síndrome de Guillain-Barré11. Um estudo caso-controle evidenciou associação epidemiológica significativa entre Síndrome de Guillain-Barré e infecção recente pelo Zika vírus. O acomentimento da função motora é inicialmente distal com progressão proximal, associado à arreflexia, distúrbios sensoriais e envolvimento de pares cranianos. A paralisia facial periférica é comum, frequentemente bilateral. O desfecho clínico dos pacientes com infecção pelo Zika vírus e Síndrome de Guillain-Barré é geralmente favorável12.

Além disso, suspeita-se que o recente aumento dos casos de microcefalia esteja relacionada a infecção pelo Zika vírus na gravidez13. Poderiam as má-formações cerebrais associadas à microcefalia ocasionarem perda auditiva congênita ou de início tardio?
Os surtos recentes de infecção pelo Zika vírus foram associados à manifestações clínicas mais graves do que as relatadas em séries históricas. Possiveis explicações poderiam incluir mutações do vírus, aumento da identificação de apresentações raras em vigência de surtos maiores e exacerbação da resposta imune em indivíduos expostos a diferentes sorotipos do vírus da dengue14.

Os dados disponíveis acerca das manifestações neurológicas da infecção pelo Zika vírus são principalmente secundários à observações sobre associações temporais entre a infecção e a doença em séries de casos. A relação epidemiológica é essencial para a descoberta de novos fenômenos e geração de hipóteses relacionados à causa e efeito, entretanto o estabelecimento do nexo causal requer abordagem mais abrangente15.

1.Petersen LR, Jamieson DJ, Powers AM, Honein MA. Zika Virus. N Engl J Med 2016 [Epub ahead of print].
2.Hamel R, Liégeois F, Wichit S, Pompon J, Diop F, Talignani L, Thomas F, Desprès P, Yssel H, Missé D. Zika virus: epidemiology, clinical features and host-virus interaction. Microbes Infect 2016 [Epub ahead of print]
3.Bogoch II, Brady OJ, Kraemer MU, German M, Creatore MI, Kulkarni MA, Brownstein JS, Mekaru SR, Hay SI, Groot E, Watts A, Khan K. Anticipating the international spread of Zika virus from Brazil. Lancet 2016;387:335-6
4.Musso D, Nilles EJ, Cao-Lormeau VM. Rapid spread of emerging Zika virus in the Pacific area. Clin Microbiol Infect 2014;20(10):O595-6
5.Hamel R, Dejarnac O, Wichit S, Ekchariyawat P, Neyret A, Luplertlop N, et al. Biology of Zika Virus Infection in Human Skin Cells. J Virol 2015;89(17):8880-96.
6.Mlakar J, Korva M, Tul N, Popović M, Poljsak-Prijatelj M, Mraz J, Kolenc M, Resman Rus K, Vesnaver Vipotnik T, Fabjan Vodusek V, Vizjak A, Pizem J, Petrovec M, Avsič Zupanc T. Zika Virus Associated with Microcephaly. N Engl J Med 2016;374(10):951-8.
7.Zanluca C, de Melo VC, Mosimann AL, Dos Santos GI, Dos Santos CN, Luz K. First report of autochthonous transmission of Zika virus in Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2015;110: 569-572
8.Weitzel T, Cortes CP. Zika Virus Infection Presenting with Postauricular Lymphadenopathy. Am J Trop Med Hyg 2016 [Epub ahead of print].
9.Olson JG, Ksiazek TG, Suhadiman, Triwibowo. Zika virus, a cause of fever in Central Java, Indonesia. Trans R Soc Trop Med Hyg 1981; 75:389-393.
10.Tappe D, Nachtigall S, Kapaun A,Schnitzler P, Günther S, Schmidt-Chanasit J. Acute Zika virus infection after travel to Malaysian Borneo, September 2014. Emerg Infect Dis 2015;21: 911-3.
11.Fauci AS, Morens DM. Zika Virus in the Americas - Yet Another Arbovirus Threat. N Engl J Med 2016; 374(7):601-4.
12.Cao-Lormeau VM, Blake A, Mons S, Lastère S, Roche C, Vanhomwegen J, Dub T, Baudouin L, Teissier A, Larre P, Vial AL, Decam C, Choumet V, Halstead SK, Willison HJ, Musset L, Manuguerra JC, Despres P, Fournier E, Mallet HP, Musso D, Fontanet A, Neil J, Ghawché F. Guillain-Barré Syndrome outbreak associated with Zika virus infection in French Polynesia: a case-control study. Lancet 2016 [Epub ahead of print].
13.Schuler-Faccini L, Ribeiro EM, Feitosa IM. Possible association between Zika virus infection and microcephaly-Brazil, 2015. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2016;65(3):59-62.
14.Lazear HM, Diamond MS. Zika Virus: New Clinical Syndromes and its Emergence in the Western Hemisphere. J Virol 2016 [Epub ahead of print]
15.Broutet N, Krauer F, Riesen M, Khalakdina A, Almiron M, Aldighieri S, Espinal M, Low N, Dye C. Zika Virus as a Cause of Neurologic Disorders. N Engl J Med 2016 [Epub ahead of print]

 


Qual é a medida mais eficaz para se evitar sinéquias de meato médio após as sinusectomias?

Sutura das conchas médias no septo nasal
Resultado Parcial: (44)
Escala 21,26

Colocação de esponja hemostática
Resultado Parcial: (30)
Escala 14,49

Pós-operatório com curativos locais a partir da segunda semana (remoção de todas as crostas e tecido de granulação)
Resultado Parcial: (103)
Escala 49,76

Apenas lavagem nasal com soro fisiológico
Resultado Parcial: (24)
Escala 11,59

Uso de corticosteroide tópico nasal
Resultado Parcial: (6)
Escala 2,9

Apesar das melhores intenções dos cirurgiões, não é incomum que a mucosa da face meatal da concha média seja traumatizada durante a cirurgia endoscópica. Ao realizarmos a uncinectomia é criada uma região cruenta na parede nasal lateral. A ressecção da porção horizontal da lamela basal pode resultar em instabilidade da concha média. A combinação desses fatores predsipõe à lateralização da concha média, com ou sem formação de sinéquias.

Várias técnicas são descritas para prevenir a lateralização da concha média. Chen et al publicaram recentemente estudo com nível de evidência 1b, comprovando a eficácia da sutura turbino-septal. A sutura é realizada com fio absorvível, normalmente a Poliglactina 4-0. O fio é passado partindo da face lateral da concha média, transfixa o septo nasal e a concha média contra-lateral e após transfixa esta mesma concha média, septo nasal e a primeira concha média. O fio é absorvido em aproximadamente 4 semanas, período onde a parede nasal lateral já está epitelizada. Mantendo a concha média medializada até esse período, garantimos que a memória estrutural da concha média seja "apagada" e assim ela não tenderá a lateralização.1,2

Além da sutura turbino-septal, outras técnicas cirúrgicas também são descritas visando a medialização da concha média, como: turbinectomia média parcial profilática,7 indução da formação de sinéquia "controlada" entre concha média e septo nasal através da criação de áreas cruentas entre eles,1 uso de clipes unindo concha média e septo nasal1 e a incisão relaxante da lamela basal da concha média.8

Existem inúmeros dispositivos absorvíveis (esponjas hemostáticas, por exemplo) que tem função primordialmente hemostática mas que são usados por aguns visando melhora da cicatrização e prevenção de sinéquias. Porém a grande maioria tem bons efeitos hemostáticos mas não conseguem obster sucesso na prevenção de sinéquias de meato médio.3

Uma recente revisão da literatura realizada por Weitzel et al abordou os dispositivos meatais em 38 estudos relevantes. Concluiu-se que objetivando prevenir sinéquias não existe diferença entre materiais absorvíveis e não absorvíveis. Se a concha média estiver instável durante a cirurgia o método considerado mais eficaz para a sua medialização é a sutura turbino-septal.4

Os curativos/debridamentos em consultório devem ser realizados com 1 semana de pós-operatório e os demais curativos a depender do grau de inflamação e formação de crostas (nível 1b).5 Deve-se respeitar a tolerância álgica individual e não necessariamente devemos retirar todas as crostas e tecido de granulação, pois em alguns casos podemos aumentar a superfície cruenta e aumentar ainda mais a chance de sinéquias.

A lavagem nasal com solução salina deve ser iniciada com 24 a 48h de cirurgia (nível 1b). Os volumes na literatura variam de 2ml a 240ml de 1 a 6x/dia, porém com significância estatística para uso em grande volume.5 A lavagem salina promove além da redução dos sintomas, o controle da inflamação com remoção de crostas e tecidos de granulação que tendem a aumentar a chance de sinéquias. A lavagem nasal se torna mais benéfica quando associada aos curativos pós-operatórios, medicamentos tópicos nasais, drogas sistêmicas, entre outros. Seu uso exclusivo sem adoção de outras medidas no pós-operatório deve ser desencorajado.

O uso de corticóide tópico nasal é necessário para otimizar os resultados pós-operatórios. Deve ser iniciado com a 1 a 2 semanas de pós-operatório. Através da redução da inflamação mucosa há redução do risco de estenose dos óstios sinusais e da formação de sinéquias.5 As opções com evidência científica 1b incluem: Sprays (propionato de fluticasona, Furoato de mometasona); irrigações nasais (off-label) com budesonida 0,5mg/2ml ou 1mg/2ml misturada com 240ml de solução salina; gotas nasais (off-label) de prednisolona colírio a 1%, dexametasona colírio a 0,1% e dexametasona/ciprofloxacina colírio 0,1%/0,3%;5 stent farmacológico Propel (Propel Sinus Implant: Intersect ENT, Palo Alto, CA, USA) medicado com mometasona.6

Dentre as opções apresentadas na enquete, onde todas tem grande importância, a sutura turbino-septal (sutura das conchas médias no septo nasal) tem sido apresentada como a mais eficaz para a prevenção de sinéquias em meato médio após sinusectomias.


Referências Bibliográficas
1. Chen W, Wang Y, Bi Y, Chen W. Turbinate-septal suture for middle turbinate medialization: a prospective randomized trial. Laryngoscope 2015; 125:33-35.
2. Lindemann J, Keck T, Rettinger G. Septal-turbinate suture in endonasal
sinus surgery. Rhinology 2002;40:92-94.
3. Lee MR, Marple BF. Middle turbinate medialization for improved access
during endoscopic sinus surgery. Int Forum Allergy Rhinol 2011;1:187-190.
4. Getz AE, Hwang PH. Basal Lamella Relaxing Incision Improves Endoscopic Middle Meatal Access. Int Forum Allergy Rhinol 2013 March; 3(3):231-235.
5. Hobson CE, Choby GW, Wang EWR, Morton SC, Lee S. Systematic review and metaanalysis of middle meatal packing after endoscopic sinus surgery. Am J Rhinol Allergy 2015; 29, 135-140.
6. Weitzel EK, Wormald PJ. A scientific review of middle meatal packing/stents. Am J Rhinol 2008, 22: 302-307.
7. Rudmik L, Smith TL. Postoperative care in endoscopic sinus surgery. Otolaryngol Clin N Am 2012; 45, 1019-1032.
8. Marple BF, Smith TL, Han JK, et al. Advance II: A Prospective, Randomized Study Assessing Safety and Efficacy of Bioabsorbable Steroid-Releasing Sinus Implants. Otolaryngol Head Neck Surg 2012;146:1004-11.

Dr. Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista, especialista em Rinologia e Cirurgia Endoscópica Endonasal pelo HCFMUSP e Médico Assistente do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP-Bauru.

 


Paciente do sexo feminino, 50 anos, com queixa de tontura rotatória de curta duração relacionada com a movimentação da cabeça há 1 mês. A queixa de tontura relacionada com movimentação cefálica é bastante frequente e pode estar presente em diversas síndromes vestibulares, exceto:

Vertigem postural paroxística benigna (VPPB)
Resultado Parcial: (8)
Escala 2,95

Paroxismia
Resultado Parcial: (61)
Escala 22,51

Tontura de origem cervical
Resultado Parcial: (12)
Escala 4,43

Migrânea vestibular
Resultado Parcial: (113)
Escala 41,7

Vertigem paroxística benigna da infância (VPBI)
Resultado Parcial: (77)
Escala 28,41

A vertigem postural paroxística benigna (VPPB) é um dos diagnósticos mais frequentes entre as síndromes vestibulares periféricas. A doença ocorre por um deslocamento dos otólitos e é caracterizada por tonturas rotatórias de curta duração, desencadeadas pela movimentação da cabeça. Como a VPPB é muito prevalente, é muito comum o erro de acreditar que toda tontura relacionada com a movimentação da cabeça é causada por esta doença.
Na paroxismia, a história clínica do paciente pode ser idêntica à de um paciente com VPPB, entretanto, as manobras posicionais diagnósticas são negativas, pois a doença é causada pela compressão do nervo vestíbulo-coclear por uma alça vascular. A compressão vascular pode ser observada em exame de imagem, geralmente na topografia do canal auditivo interno.
As tonturas de origem cervical - tanto as relacionadas a causas proprioceptivas, quanto as relacionadas a causas vasculares - podem ser desencadeadas pela movimentação da cabeça. A história clínica e os testes diagnósticos, como a pesquisa do nistagmo de privação, podem auxiliar na diferenciação. Geralmente, nas síndromes cervicais, a tontura ocorre quando a cabeça é mantida sob torção e permanece enquanto a cabeça não retorna a posição de repouso.
A migrânea vestibular tem critérios bem definidos de diagnóstico, que incluem a presença dos sintomas migranosos associados às crises vestibulares. Na crise, a queixa de tontura que piora à movimentação da cabeça é frequente. O paciente com migrânea vestibular pode relatar esta relação - portanto esta não é a alternativa correta. Entretanto, na história destes pacientes, a movimentação cefálica não é desencadeante da tontura, como na VPPB.
Na questão, a alternativa correta é a letra E (vertigem paroxística benigna da infância - VPBI). Como os nomes da VPPB e da VPBI são semelhantes, muitos acreditam que a história clínica seja a mesma, o que não é verdade. As crises da VPBI são caracterizadas por tonturas rápidas, acompanhadas por dor abdominal, náusea, eventualmente vômito, palidez e sudorese. Pode haver cefaléia e não há relação com movimentação cefálica.

Dra Monica Alcantara
Professora Instrutora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Coordenadora da residência Médica em Otorrinolaringologia do Hospital do Servidor Público Estadual

 


Referente a um paciente com história de perda olfatória há 1 mês após quadro gripal severo, sem anormalidades à endoscopia nasal, qual sua conduta?

Ácido alfa-lipóico 300mg de 12 em 12 horas e reavaliação em 1 mês
Resultado Parcial: (31)
Escala 7,79

Teste olfatório pré e pós ciclo curto de uma semana de prednisolona em alta dose
Resultado Parcial: (91)
Escala 22,86

Somente orientação quanto a possibilidade de retorno gradativo espontâneo
Resultado Parcial: (59)
Escala 14,82

Ressonância magnética para avaliação de bulbos olfatórios e possíveis tumores de fossa craniana anterior
Resultado Parcial: (35)
Escala 8,79

Somente corticosteróide em alta dose
Resultado Parcial: (71)
Escala 17,84

Treinamento olfatório
Resultado Parcial: (17)
Escala 4,27

Nenhuma das anteriores
Resultado Parcial: (64)
Escala 16,08

nenhuma das anteriores
Resultado Parcial: (15)
Escala 3,77

nenhuma das anteriores
Resultado Parcial: (15)
Escala 3,77

Por Dr. Marco Aurélio Fornazieri - Londrina - PR
As causas mais frequentes da perda olfatória crônica são a perda olfatória pós-viral, a pós-traumática, as rinites e as rinossinusites 1,2. Comumente, a anosmia ou hiposmia de etiologia viral segue quadros gripais mais severos e é mais prevalente em mulheres de meia-idade3. O diagnóstico é baseado na história clínica - paciente relaciona com precisão o início do quadro após gripe ou resfriado-, ausência de doença inflamatória nas fossas olfatórias e diminuição da acuidade olfatória comprovada por teste olfatório4. A realização de algum teste olfatório, por exemplo, o University of Pennsylvania Smell Identification Test (Figura 1) ou o Sniffin' Sticks, além de confirmar a hiposmia ou anosmia, pode confortar o paciente, ao verificar somente uma perda parcial do olfato, sinal clínico de melhor prognóstico5. Idade avançada, maior severidade da hiposmia na consulta inicial e duração prolongada do distúrbio predizem uma pior evolução6. Geralmente, a solicitação da ressonância de crânio reserva-se aos indivíduos com exame neurológico alterado ou sem resposta satisfatória ao tratamento inicial. Diante do paciente da enquete, com endoscopia normal, a conduta recomendada é a avaliação olfatória pré e pós tratamento com corticosteroide em alta dose. Entre as novas terapias promissoras, está o treinamento olfatório, que pode ser introduzido já no diagnóstico7. O uso do ácido alfa-lipóico encontra-se em desuso1. Vale a pena enfatizar que não se deve dizer ao paciente que sua perda olfatória não tem volta, já que a recuperação espontânea acontece em um terço dos casos4.
Figura 1. Teste de Identificação do Olfato da Universidade da Pensilvânia, versão validada para o Brasil.

 


O Conselho Federal de Medicina (CFM) realizou mudanças na resolução 2126/2015, que rege as normas de autopromoção médica. Queremos saber quais as principais dúvidas dos nossos associados para que tragamos as respostas mais assertivas.

Selfies - Estão proibidas em quais circunstâncias?
Resultado Parcial: (30)
Escala 15,54

Consultório - Posso divulgar quais dados nas Redes Sociais?
Resultado Parcial: (36)
Escala 18,65

Pacientes - Posso sofrer penalidade se meu paciente divulgar alguma foto/informação minha?
Resultado Parcial: (30)
Escala 15,54

Redes Sociais Especializadas - Quais são e como funcionam?
Resultado Parcial: (29)
Escala 15,03

Outras dúvidas
Resultado Parcial: (68)
Escala 35,23

 


Você tem especialização em Medicina do Trabalho?

Sim
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

Não
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

 


Você gostaria de ter um curso ORL ocupacional na sua região?

Sim
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

Não
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

 


Você atua na área ocupacional?

Sim
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

Não
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

 


Você acha importante os cursos itinerantes de Otorrino Ocupacional?

Sim
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

Não
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

 


Você atua na área de perícias médicas?

Sim
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

Não
Resultado Parcial: (26)
Escala 50

 


Qual desses assuntos você gostaria de encontrar no nosso site?

Gestão de Carreira
Resultado Parcial: (437)
Escala 41,11

Agenda Social
Resultado Parcial: (56)
Escala 5,27

Marketing Médico
Resultado Parcial: (270)
Escala 25,4

Empregos
Resultado Parcial: (230)
Escala 21,64

Outras: especifique
Resultado Parcial: (70)
Escala 6,59

 


Qual das áreas abaixo deve ser prioridade em 2014?

Defesa profissional
Resultado Parcial: (173)
Escala 12,95

Educação médica continuada
Resultado Parcial: (354)
Escala 26,5

Pesquisa e produção científica
Resultado Parcial: (79)
Escala 5,91

Honorários médicos
Resultado Parcial: (687)
Escala 51,42

Outras &aacute;reas. Especifique:
Resultado Parcial: (43)
Escala 3,22

 


O 43º Congresso Brasileiro de ORL-CCF está repleto de novidades. Qual o será o ponto forte desta edição?

Lançamentos na feira de exposições
Resultado Parcial: (38)
Escala 12,58

Atividades científicas aprimoradas pelo novo formato
Resultado Parcial: (113)
Escala 37,42

Reencontrar colegas nas atividades sociais
Resultado Parcial: (64)
Escala 21,19

Será semelhante às edições anteriores
Resultado Parcial: (87)
Escala 28,81

 


Como você utiliza as redes sociais no dia a dia?

Apenas para uso pessoal
Resultado Parcial: (258)
Escala 32,17

Apenas para uso profissional
Resultado Parcial: (37)
Escala 4,61

Para uso pessoal e profissional
Resultado Parcial: (303)
Escala 37,78

Não participo de redes sociais
Resultado Parcial: (204)
Escala 25,44

 


Como você avalia as mudanças editoriais e gráficas da revista Vox Otorrino?

As mudanças foram positivas
Resultado Parcial: (281)
Escala 62,58

As mudanças foram negativas
Resultado Parcial: (95)
Escala 21,16

Sou indiferente às novidades da revista
Resultado Parcial: (73)
Escala 16,26

 


Para cirurgia de septo nasal sem sinusopatia clínica, você:

Pede sempre TC de SF como estudo pré-operatório.
Resultado Parcial: (1242)
Escala 43,89

Pede TC de SF apenas porquê o convênio exige.
Resultado Parcial: (169)
Escala 5,97

Não costuma pedir TC de SF para septoplastia nasal
Resultado Parcial: (1419)
Escala 50,14

 


Com relação a cirurgia ortognática para o tratamento da SAHOS

Esta indicada apenas nos casos graves.
Resultado Parcial: (26)
Escala 20

Esta indicada nos casos moderados à graves.
Resultado Parcial: (26)
Escala 20

Nunca deve ser indicada. O CPAP é sempre a melhor opção.
Resultado Parcial: (26)
Escala 20

Deve ser indicada após falha de tratamento com UPVP.
Resultado Parcial: (26)
Escala 20

Não tenho experiência com esse tipo de tratamento.
Resultado Parcial: (26)
Escala 20

 


Durante a investigação de um paciente com queixa de tontura, você solicita curva glicêmica?

Não
Resultado Parcial: (551)
Escala 25,94

Sim, somente a curva glicêmica
Resultado Parcial: (361)
Escala 17

Sim, curva glicêmica e curva insulinêmica
Resultado Parcial: (1212)
Escala 57,06

 


Você costuma prescrever antibióticos no pós-operatório de septoplastia ?

a. Sim
Resultado Parcial: (2945)
Escala 78,55

b. Não
Resultado Parcial: (804)
Escala 21,45

 


Em caso de aumento de volume progressivo de tonsila palatina, unilateral, em paciente idoso, com duas biópsias revelando "processo inflamatório crônico inespecífico", sua conduta seria:

a. Repetir a biópsia
Resultado Parcial: (61)
Escala 8,71

b. Tonsilectomia unilateral do lado afetado
Resultado Parcial: (191)
Escala 27,29

c. Tonsilectomia bilateral
Resultado Parcial: (347)
Escala 49,57

d. Acompanhamento clínico
Resultado Parcial: (101)
Escala 14,43

 


Considerando o tempo cirúrgico, a dificuldade técnica e o porte da cirurgia, na sua opinião, a cirurgia do BAHA equivale aproximadamente a qual destes procedimentos?

a. Timpanoplastia
Resultado Parcial: (230)
Escala 27,22

b. Timpanomastoidectomia
Resultado Parcial: (235)
Escala 27,81

c. Estapedectomia
Resultado Parcial: (131)
Escala 15,5

d. Implante Coclear
Resultado Parcial: (181)
Escala 21,42

e. Cirurgia do Ouvido Congênito
Resultado Parcial: (68)
Escala 8,05

 


No tratamento das fraturas de condilo mandibular em adultos, qual sua conduta?

a. Conservador com bloqueio
Resultado Parcial: (70)
Escala 4,35

b. Conservador com bloqueio e depois fisioterapia
Resultado Parcial: (223)
Escala 13,87

c. Conservador nas fraturas intracapsulares apenas
Resultado Parcial: (123)
Escala 7,65

d. Redução cirurgica video assistida
Resultado Parcial: (75)
Escala 4,66

e. Redução cirurgica aberta
Resultado Parcial: (95)
Escala 5,91

f. Não trato essa patologia
Resultado Parcial: (1022)
Escala 63,56

 


Considerando que o ORL deve estar envolvido no tratamento dos pacientes fissurados. Qual o seu grau de atuação?

a. Colocação de tubo de ventilação apenas.
Resultado Parcial: (805)
Escala 41,45

b. Palatoplastia
Resultado Parcial: (76)
Escala 3,91

c. Rinolabioplastia
Resultado Parcial: (43)
Escala 2,21

d. Enxertia óssea alveolar
Resultado Parcial: (31)
Escala 1,6

e. Cirurgia ortognatica
Resultado Parcial: (43)
Escala 2,21

f. Rinoplastia
Resultado Parcial: (155)
Escala 7,98

g. Todas as cirurgias
Resultado Parcial: (204)
Escala 10,5

h. Não trato fissurados
Resultado Parcial: (585)
Escala 30,12

 


Considerando que de 10 a 20% da população tem zumbidos constantes, gostaríamos de saber esta proporção ente médicos otorrinos. Você tem algum tipo de zumbido constante?

a. Sim
Resultado Parcial: (425)
Escala 22,14

b. Não
Resultado Parcial: (1495)
Escala 77,86

 


Em sua prática profissional, qual é a importância da "Medicina Baseada em Evidências" ?

1. Fundamental
Resultado Parcial: (158)
Escala 25,99

2. Importante
Resultado Parcial: (256)
Escala 42,11

3. Indiferente
Resultado Parcial: (68)
Escala 11,18

4. Prejudicial
Resultado Parcial: (54)
Escala 8,88

5. Não sei do que se trata
Resultado Parcial: (72)
Escala 11,84

 


Em sua prática profissional, qual é a importância da visita dos representantes de laboratórios farmacêuticos?

1. Fundamental
Resultado Parcial: (47)
Escala 11,01

2. Importante
Resultado Parcial: (199)
Escala 46,6

3. Indiferente
Resultado Parcial: (104)
Escala 24,36

4. Prejudicial
Resultado Parcial: (49)
Escala 11,48

5. Não recebo visita
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,56

 


Criança menor de 12 anos de idade com história de trauma nasal de qualquer espécie e suspeita de fratura. Sua conduta diagnóstica consta de:

1. Exame fisico apenas
Resultado Parcial: (62)
Escala 17,13

2. Exame fisico + rx de ossos nasais
Resultado Parcial: (171)
Escala 47,24

3. Exame fisico + tc de ossos da face
Resultado Parcial: (71)
Escala 19,61

4. Encaminho ao colega médico Cirurgiao Crânio-Maxilo-Facial
Resultado Parcial: (30)
Escala 8,29

5. Nao atendo esse perfil de paciente
Resultado Parcial: (28)
Escala 7,73

 


Qual é a alternativa que mais se aproxima dos exames pré-operatórios que você habitualmente solicita para uma SEPTOPLASTIA para um adulto de 30 anos, sem antecedentes mórbidos anteriores:

1. Não peço exames pré-operatórios
Resultado Parcial: (33)
Escala 6,99

2. Hemograma completo
Resultado Parcial: (31)
Escala 6,57

3. Item 2 + coagulograma
Resultado Parcial: (122)
Escala 25,85

4. Item 3 + glicemia de jejum
Resultado Parcial: (48)
Escala 10,17

5. Item 4 + ECG
Resultado Parcial: (71)
Escala 15,04

6. Item 5 + AC Anti-HIV
Resultado Parcial: (28)
Escala 5,93

7. Item 4 + avaliação do cardiologista
Resultado Parcial: (139)
Escala 29,45

 


Qual é a alternativa que mais se aproxima dos exames pré-operatórios que você habitualmente solicita para uma Adeno-amigdalectomia em uma criança de 5 anos, sem antecedentes mórbidos anteriores:

1. Não peço exames pré-operatórios
Resultado Parcial: (45)
Escala 6,55

2. Hemograma completo
Resultado Parcial: (32)
Escala 4,66

3. Item 2 + coagulograma
Resultado Parcial: (298)
Escala 43,38

4. Item 3 + Protoparasitológico
Resultado Parcial: (28)
Escala 4,08

5. Item 3 + Rx tórax
Resultado Parcial: (56)
Escala 8,15

6. Item 3 + ECG
Resultado Parcial: (119)
Escala 17,32

7. Item 3 + avaliação do Pediatra
Resultado Parcial: (109)
Escala 15,87

 


Paciente adulto, usuário de um plano de saúde no qual você é credenciado, no PO5 de Amigdalectomia, apresenta história de sangramento leve e contínuo, desde a cirurgia. Não encontrando o médico que operou, segue recomendação de um familiar para te telefonar. No momento do telefonema, o paciente refere que não há sangramento ativo. Qual é a sua conduta ?

a) Não atende o caso e recomenda que procure o médico que operou.
Resultado Parcial: (59)
Escala 15,36

b) Faz um primeiro atendimento para afastar urgência e re-encaminha ao médico que operou.
Resultado Parcial: (257)
Escala 66,93

c) Assume o caso e divide a responsabilidade com o médico que operou.
Resultado Parcial: (35)
Escala 9,11

d) Assume o caso totalmente, deixando a critério do paciente retornar ao médico que operou.
Resultado Parcial: (33)
Escala 8,59

 


Por diversas razões, alguns colegas têm se dedicado mais à parte clínica e outros parte cirúrgica da ORL. Se houvessem duas especialidades diferentes, uma ORL-Clínica e uma ORL-Cirúrgica (tal como na Neurologia e Neurocirurgia), você escolheria qual delas?

a) ORL-Clínica
Resultado Parcial: (220)
Escala 37,23

b) ORL-Cirúrgica
Resultado Parcial: (371)
Escala 62,77

 


Qual é a sua opção de antibioticoterapia para um paciente adulto, imunocompetente, com quadro de sinusite aguda pós-IVAS, que comprovadamente tem alergia à amoxicilina?

a) Macrolídeos
Resultado Parcial: (115)
Escala 23,05

b) Quinolonas
Resultado Parcial: (218)
Escala 43,69

c) Cefalosporinas de 2ª geração
Resultado Parcial: (82)
Escala 16,43

d) Sulfas
Resultado Parcial: (30)
Escala 6,01

e) Cloranfenicol
Resultado Parcial: (26)
Escala 5,21

f) Outros
Resultado Parcial: (28)
Escala 5,61

 


(Sugestão do Dr. Cássio Scomazzon) Em sua experiência, no tratamento da Rinite Alérgica, a melhora do sintoma "obstrução nasal" com anti-histamínicos associados a descongestionantes sistêmicos é:

a) Superior ao uso do anti-histamínico isolado
Resultado Parcial: (201)
Escala 54,18

b) Igual ao uso do anti-histamínico isolado
Resultado Parcial: (53)
Escala 14,29

c) Inferior ao uso do anti-histamínico isolado
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,36

d) Não costumo usar esta associação
Resultado Parcial: (86)
Escala 23,18

 


Na sua experiência, a eficácia da amoxicilina genérica é exatamente a mesma da amoxicilina de referência?

a) Sim
Resultado Parcial: (125)
Escala 42,96

b) Não
Resultado Parcial: (166)
Escala 57,04

 


Qual é a sua opinião sobre o Índice de Cura (IC) da Azitromicina no tratamento das infecções em ORL?

a) Excelente (IC > 90% dos casos)
Resultado Parcial: (29)
Escala 7,51

b) Boa (IC entre 70 e 90%)
Resultado Parcial: (51)
Escala 13,21

c) Razoável (IC entre 50 e 70%)
Resultado Parcial: (90)
Escala 23,32

d) Ruim (IC entre 30 e 50%)
Resultado Parcial: (126)
Escala 32,64

e) Péssima (IC abaixo de 30%)
Resultado Parcial: (90)
Escala 23,32

 


Você usa algum tipo de Prontuário Eletrônico?

a) Sim
Resultado Parcial: (132)
Escala 67,01

b) Não
Resultado Parcial: (65)
Escala 32,99

 


O que você achou do 39º Cong. Bras. de ORL em BH?

a) Ótimo
Resultado Parcial: (139)
Escala 13,63

b) Bom
Resultado Parcial: (285)
Escala 27,94

c) Regular
Resultado Parcial: (268)
Escala 26,27

d) Ruim
Resultado Parcial: (186)
Escala 18,24

e) Não participei
Resultado Parcial: (142)
Escala 13,92

 


Nesses dois últimos anos, você respondeu às enquetes do site:

a) todas as semanas
Resultado Parcial: (100)
Escala 19,08

b) mais de 1 vez por mês
Resultado Parcial: (140)
Escala 26,72

c) 1 vez por mês
Resultado Parcial: (104)
Escala 19,85

d) menos de 1 vez por mês
Resultado Parcial: (139)
Escala 26,53

e) não respondo às enquetes
Resultado Parcial: (41)
Escala 7,82

 


Qual a cirurgia facial que você mais realiza (participa)?

a) rinoplastia
Resultado Parcial: (45)
Escala 15,15

b) rinosseptoplastia
Resultado Parcial: (107)
Escala 36,03

c) blefaroplastia
Resultado Parcial: (28)
Escala 9,43

d) outras
Resultado Parcial: (36)
Escala 12,12

e) não realizo tais cirurgias
Resultado Parcial: (81)
Escala 27,27

 


Em paciente com indicação de rinosseptoplastia, devido a desvio septal e queixas estéticas nasais, você:

a) conduz o tratamento cirúrgico do paciente sozinho
Resultado Parcial: (112)
Escala 33,14

b) chama um cirurgião plástico para a cirurgia estética
Resultado Parcial: (103)
Escala 30,47

c) encaminha o paciente para um ORL com atuação em plástica facial
Resultado Parcial: (89)
Escala 26,33

d) não realiza tais cirurgias
Resultado Parcial: (34)
Escala 10,06

 


Você atua em cirurgia plástica facial atualmente?

a) não
Resultado Parcial: (113)
Escala 40,65

b) não, mas gostaria de atuar
Resultado Parcial: (68)
Escala 24,46

c) sim
Resultado Parcial: (97)
Escala 34,89

 


Você utiliza medicações fitoterápicas no tratamento das doenças otorrinolaringológicas?

a) não
Resultado Parcial: (63)
Escala 25,1

b) às vezes
Resultado Parcial: (121)
Escala 48,21

c) sim
Resultado Parcial: (67)
Escala 26,69

 


Como será a sua participação no Congresso Brasileiro em Belo Horizonte?

a) congressista
Resultado Parcial: (108)
Escala 32,24

b) palestrante
Resultado Parcial: (54)
Escala 16,12

c) congressista e apresentando trabalho científico
Resultado Parcial: (50)
Escala 14,93

d) palestrante a apresentando trabalho científico
Resultado Parcial: (40)
Escala 11,94

e) outra categoria (expositor, etc)
Resultado Parcial: (29)
Escala 8,66

f) não irei ao congresso
Resultado Parcial: (54)
Escala 16,12

 


Você participará do próximo Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia em Belo Horizonte?

a) não
Resultado Parcial: (66)
Escala 22,07

b) sim
Resultado Parcial: (190)
Escala 63,55

c) não decidi ainda
Resultado Parcial: (43)
Escala 14,38

 


Você participa como membro de alguma supra-especialidade?

a) sim, otologia
Resultado Parcial: (42)
Escala 10,77

b) sim, rinologia e cirurgia plástica da face
Resultado Parcial: (44)
Escala 11,28

c) sim, laringologia e voz
Resultado Parcial: (36)
Escala 9,23

d) sim, ronco e apnéia do sono
Resultado Parcial: (30)
Escala 7,69

e) sim, ORL pediátrica
Resultado Parcial: (35)
Escala 8,97

f) sim, outra especialidade
Resultado Parcial: (29)
Escala 7,44

g) sim, em mais de uma
Resultado Parcial: (52)
Escala 13,33

h) não
Resultado Parcial: (122)
Escala 31,28

 


(sugerido por Anderson Castelo Branco) Em paciente com fraturas dos ossos da face, você:

a) conduz o tratamento cirúrgico do paciente
Resultado Parcial: (82)
Escala 14,49

b) encaminha o paciente para um médico buco-maxilo-facial (BMF)
Resultado Parcial: (144)
Escala 25,44

c) encaminha o paciente para um odontologista BMF
Resultado Parcial: (286)
Escala 50,53

d) não tem experiência com este tipo de paciente
Resultado Parcial: (54)
Escala 9,54

 


Na paralisia de prega vocal unilateral em posição lateral você prefere qual técnica cirúrgica?

a) injeção de gordura
Resultado Parcial: (46)
Escala 9,75

b) injeção de teflon
Resultado Parcial: (37)
Escala 7,84

c) injeção de gelfoam
Resultado Parcial: (27)
Escala 5,72

d) tireoplastia do tipo I
Resultado Parcial: (134)
Escala 28,39

e) rotação de aritenóide
Resultado Parcial: (31)
Escala 6,57

f) não indico cirurgia nestes casos, mantenho apenas fonoterapia
Resultado Parcial: (46)
Escala 9,75

g) outra técnica
Resultado Parcial: (28)
Escala 5,93

h) não realizo tal cirurgia
Resultado Parcial: (123)
Escala 26,06

 


Em paciente com leucoplasia com indicação cirúrgica você indica:

a) biópsia
Resultado Parcial: (60)
Escala 14,15

b) biópsia com congelação
Resultado Parcial: (62)
Escala 14,62

c) decorticação
Resultado Parcial: (77)
Escala 18,16

d) decorticação com congelação
Resultado Parcial: (96)
Escala 22,64

e) cordectomia
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,6

f) vaporização com laser de CO2
Resultado Parcial: (27)
Escala 6,37

g) outra técnica
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,6

h) não realizo tal cirurgia
Resultado Parcial: (46)
Escala 10,85

 


Em paciente com leucoplasia em prega vocal, além de orientar cessação de tabagismo e etilismo, você:

a) prescreve corticóide tópico (CT) e reavalia em 15 dias
Resultado Parcial: (35)
Escala 8,52

b) prescreve CT e vit. A e reavalia em 15 dias
Resultado Parcial: (39)
Escala 9,49

c) prescreve CT, vit. A e B e reavalia em 15 dias
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,81

d) prescreve CT, inibidor de bomba de prótons (IBP) e reavalia em 15 dias
Resultado Parcial: (96)
Escala 23,36

e) prescreve CT , IBP e vit. A e reavalia em 15 dias
Resultado Parcial: (113)
Escala 27,49

f) indica cirurgia imediatamente
Resultado Parcial: (45)
Escala 10,95

g) usa outra conduta
Resultado Parcial: (55)
Escala 13,38

 


Na paralisia de prega vocal idiopática unilateral em posição lateral, quanto tempo você espera para indicar tratamento cirúrgico?

a) imediatamente após o diagnóstico
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,4

b) 1 mês
Resultado Parcial: (30)
Escala 8,13

c) 3 meses
Resultado Parcial: (48)
Escala 13,01

d) 6 meses
Resultado Parcial: (79)
Escala 21,41

e) entre 6 meses e 1 ano
Resultado Parcial: (96)
Escala 26,02

f) 1 ano
Resultado Parcial: (46)
Escala 12,47

g) mais que 1 ano
Resultado Parcial: (39)
Escala 10,57

 


Após as microcirurgias de laringe você indica início de terapia fonoterápica:

a) imediatamente
Resultado Parcial: (32)
Escala 7,14

b) no 1o. dia de pós-operatório (PO)
Resultado Parcial: (30)
Escala 6,7

c) do 3o. ao 5o. dia de PO
Resultado Parcial: (38)
Escala 8,48

d) no 7o. dia de PO
Resultado Parcial: (64)
Escala 14,29

e) após o 7o. dia de PO
Resultado Parcial: (79)
Escala 17,63

f) após 15 dias da cirurgia
Resultado Parcial: (97)
Escala 21,65

g) após 1 mês
Resultado Parcial: (69)
Escala 15,4

h) somente se a qualidade vocal for ruim
Resultado Parcial: (39)
Escala 8,71

 


Em paciente com pólipo de prega vocal, angiomatoso, qual a técnica que você mais utiliza?

a) ressecção com alça fria
Resultado Parcial: (30)
Escala 8,45

b) ressecção com pinça e tesoura
Resultado Parcial: (155)
Escala 43,66

c) bisturi de radiofreqüência
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,73

d) bisturi elétrico
Resultado Parcial: (29)
Escala 8,17

e) laser
Resultado Parcial: (28)
Escala 7,89

f) outra técnica
Resultado Parcial: (26)
Escala 7,32

g) não realizo tal cirurgia
Resultado Parcial: (56)
Escala 15,77

 


Paciente com disfonia devido a nódulos vocais o procura e você indica terapia fonoterápica. Quanto tempo você espera para indicar ressecção cirúrgica, caso não haja regressão dos mesmos?

a) 1 mês
Resultado Parcial: (29)
Escala 7,06

b) 2 meses
Resultado Parcial: (39)
Escala 9,49

c) 3 meses
Resultado Parcial: (74)
Escala 18

d) 6 meses
Resultado Parcial: (144)
Escala 35,04

e) 1 ano
Resultado Parcial: (53)
Escala 12,9

f) mais que um ano
Resultado Parcial: (36)
Escala 8,76

g) nunca
Resultado Parcial: (36)
Escala 8,76

 


Na investigação das disfonias, você costuma solicitar laringoscopia com estroboscopia:

a) sempre
Resultado Parcial: (80)
Escala 21,45

b) somente na suspeita de alteração estrutural mínima (AEM)
Resultado Parcial: (136)
Escala 36,46

c) somente se o tratamento da disfonia for cirúrgico
Resultado Parcial: (30)
Escala 8,04

d) somente para acompanhamento do tratamento fonoterápico
Resultado Parcial: (30)
Escala 8,04

e) nunca, pois não tenho acesso a tal exame
Resultado Parcial: (64)
Escala 17,16

f) nunca
Resultado Parcial: (33)
Escala 8,85

 


Como será a sua participação no V Congresso da Fundação Otorrinlaringologia no Rio de Janeiro?

a) congressista
Resultado Parcial: (59)
Escala 20,77

b) palestrante
Resultado Parcial: (43)
Escala 15,14

c) congressista e apresentando trabalho científico
Resultado Parcial: (32)
Escala 11,27

d) palestrante a apresentando trabalho científico
Resultado Parcial: (29)
Escala 10,21

e) outra categoria (expositor, etc)
Resultado Parcial: (28)
Escala 9,86

f) não irei ao congresso
Resultado Parcial: (93)
Escala 32,75

 


Você participará do V Congresso da Fundação Otorrinolaringologia no Rio de Janeiro?

a) não
Resultado Parcial: (104)
Escala 49,06

b) sim
Resultado Parcial: (71)
Escala 33,49

c) não decidi ainda
Resultado Parcial: (37)
Escala 17,45

 


Em pacientes com Doença de Ménière, você costuma utilizar:

a) orientações dietéticas e sedativos labirínticos
Resultado Parcial: (111)
Escala 28,61

b) somente sedativos labirínticos
Resultado Parcial: (33)
Escala 8,51

c) somente diuréticos
Resultado Parcial: (29)
Escala 7,47

d) somente flunarizina / cinarizina
Resultado Parcial: (28)
Escala 7,22

e) somente ginkgo biloba
Resultado Parcial: (27)
Escala 6,96

f) somente betaistina
Resultado Parcial: (62)
Escala 15,98

g) associação de diuréticos e qualquer droga acima
Resultado Parcial: (62)
Escala 15,98

h) outros tratamentos
Resultado Parcial: (36)
Escala 9,28

 


Em paciente com sintomas compatíveis com hidropsia endolinfática, você costuma pedir eletrococleografia?

a) sempre
Resultado Parcial: (64)
Escala 23,02

b) somente se a história e exame físico não levarem a um diagnóstico
Resultado Parcial: (51)
Escala 18,35

c) somente se o tratamento não tem o efeito esperado
Resultado Parcial: (48)
Escala 17,27

d) nunca, pois não tenho acesso a este exame facilmente
Resultado Parcial: (70)
Escala 25,18

e) nunca, pois ele não mudará a minha conduta
Resultado Parcial: (45)
Escala 16,19

 


Em pacientes com Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), você realiza as manobras de reposicionamento canalicular:

a) sempre
Resultado Parcial: (92)
Escala 30,67

b) nunca, pois não tenho local adequado para realizá-las
Resultado Parcial: (41)
Escala 13,67

c) nunca, pois não tenho experiência com tais manobras
Resultado Parcial: (54)
Escala 18

d) nunca, pois encaminho os pacientes para reabilitação vestibular
Resultado Parcial: (75)
Escala 25

e) nunca, pois oriento o paciente a realizar os exercícios em casa
Resultado Parcial: (38)
Escala 12,67

 


Frente a paciente com queixa de tontura, quando você solicita exame otoneurológico?

a) sempre
Resultado Parcial: (76)
Escala 28,68

b) somente se a história e exame físico não levarem a um diagnóstico
Resultado Parcial: (65)
Escala 24,53

c) para descartar tontura de origem central
Resultado Parcial: (46)
Escala 17,36

d) quando o tratamento não tem o efeito esperado
Resultado Parcial: (47)
Escala 17,74

e) nunca
Resultado Parcial: (31)
Escala 11,7

 


Você solicita exame anátomo-patológico após as amigdalectomias?

a) sempre
Resultado Parcial: (105)
Escala 29,01

b) só nos adultos
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,56

c) só se houver suspeita de tumor
Resultado Parcial: (116)
Escala 32,04

d) só se o aumento for unilateral
Resultado Parcial: (49)
Escala 13,54

e) nunca
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,56

f) não realizo esta cirurgia
Resultado Parcial: (30)
Escala 8,29

 


No tratamento do refluxo laringo-faríngeo, ao utilizar inibidores de bomba de prótons você os utiliza:

a) em dose única diária
Resultado Parcial: (91)
Escala 33,46

b) em duas doses (de manhã e à noite)
Resultado Parcial: (153)
Escala 56,25

c) não utiliza a droga normalmente
Resultado Parcial: (28)
Escala 10,29

 


No tratamento de paciente com refluxo faringo-laríngeo sem queixas gástricas você utiliza:

a) apenas medidas dietéticas
Resultado Parcial: (26)
Escala 8,31

b) medidas dietéticas e inibidores de bomba de prótons
Resultado Parcial: (147)
Escala 46,96

c) medidas dietéticas e procinéticos
Resultado Parcial: (31)
Escala 9,9

d) medidas dietéticas, inibidores de bomba de prótons e procinéticos
Resultado Parcial: (50)
Escala 15,97

e) medidas dietéticas, procinéticos e antiácidos
Resultado Parcial: (27)
Escala 8,63

f) prefiro encaminhar ao gastroenterologista
Resultado Parcial: (32)
Escala 10,22

 


Em paciente com queixas compatíveis com refluxo faringo-laríngeo, você:

a) apenas orienta medidas dietéticas e observa
Resultado Parcial: (27)
Escala 9,28

b) orienta medidas dietéticas e pede apenas laringoscopia
Resultado Parcial: (112)
Escala 38,49

c) orienta medidas dietéticas e pede laringoscopia e endoscopia
Resultado Parcial: (84)
Escala 28,87

d) orienta medidas dietéticas e pede laringoscopia e pHmetria de 24 horas
Resultado Parcial: (32)
Escala 11

e) orienta medidas dietéticas e pede laringoscopia, endoscopia e pHmetria de 24 horas
Resultado Parcial: (36)
Escala 12,37

 


Após septoplastia com turbinectomia inferior parcial você, rotineiramente:

a) utiliza somente splint
Resultado Parcial: (110)
Escala 33,13

b) utiliza somente tamponamento nasal anterior
Resultado Parcial: (47)
Escala 14,16

c) utiliza splint e tamponamento nasal anterior
Resultado Parcial: (73)
Escala 21,99

d) não utiliza nem splint, nem tamponamento nasal anterior
Resultado Parcial: (70)
Escala 21,08

e) não realizo tal cirugia
Resultado Parcial: (32)
Escala 9,64

 


Paciente, adulto jovem, com rinite alérgica e hipertrofia de conchas inferiores (3+/4+) de caráter mucoso e submucoso, sem hipertrofia de parte óssea. Não obteve melhora da obstrução nasal com tratamento clínico. Você indicaria qual dos seguintes procedimentos em conchas inferiores:

a) infiltração de corticóides
Resultado Parcial: (32)
Escala 7,6

b) cauterização linear com bipolar
Resultado Parcial: (70)
Escala 16,63

c) aplicação de radiofreqüência
Resultado Parcial: (37)
Escala 8,79

d) turbinoplastia
Resultado Parcial: (73)
Escala 17,34

e) turbinectomia sem utilização de endoscópio
Resultado Parcial: (63)
Escala 14,96

f) turbinectomia com utilização de endoscópio
Resultado Parcial: (111)
Escala 26,37

g) não realizo tal cirurgia
Resultado Parcial: (35)
Escala 8,31

 


Qual a técnica que você mais utiliza nas timpanoplastias?

a) underlay
Resultado Parcial: (137)
Escala 53,1

b) overlay
Resultado Parcial: (40)
Escala 15,5

c) inlay
Resultado Parcial: (34)
Escala 13,18

d) não realizo esta cirurgia
Resultado Parcial: (47)
Escala 18,22

 


Nas timpanoplastias, você utiliza qual tipo de enxerto normalmente?

a) pericôndrio tragal
Resultado Parcial: (44)
Escala 13,62

b) fáscia temporal
Resultado Parcial: (154)
Escala 47,68

c) cartilagem com pericôndrio tragal
Resultado Parcial: (34)
Escala 10,53

d) materiais biossintéticos
Resultado Parcial: (26)
Escala 8,05

e) outros materiais
Resultado Parcial: (27)
Escala 8,36

f) não realizo esta cirurgia
Resultado Parcial: (38)
Escala 11,76

 


No pré-operatório das otites médias colesteatomatosas, você pede:

a) somente audiometria
Resultado Parcial: (32)
Escala 11

b) audiometria e tomografia computadorizada (TC)
Resultado Parcial: (201)
Escala 69,07

c) audiometria, TC e ressonância magnética (RM)
Resultado Parcial: (29)
Escala 9,97

d) audiometria e RM
Resultado Parcial: (29)
Escala 9,97

 


Nas cirurgias endonasais para tratamento de polipose nasal e/ou sinusites crônicas você:

a) utiliza endoscópio e material de vídeo pessoal
Resultado Parcial: (55)
Escala 19,1

b) utiliza endoscópio próprio e material de vídeo do hospital
Resultado Parcial: (77)
Escala 26,74

c) utiliza endoscópio e material de vídeo do hospital
Resultado Parcial: (78)
Escala 27,08

d) utiliza microscópio, sem material de vídeo
Resultado Parcial: (31)
Escala 10,76

e) não realizo tais cirurgias
Resultado Parcial: (47)
Escala 16,32

 


Você utiliza a nasofibroscopia para avaliação da hipertrofia de adenóide em crianças?

a) não
Resultado Parcial: (47)
Escala 14,92

b) não, prefiro o RX de cavum
Resultado Parcial: (50)
Escala 15,87

c) não, pelo risco de quebra do aparelho
Resultado Parcial: (34)
Escala 10,79

d) sim, em crianças maiores de 5 anos
Resultado Parcial: (63)
Escala 20

e) sim
Resultado Parcial: (121)
Escala 38,41

 


Nos meses de inverno, qual a afecção otorrinolaringológica mais prevalente no seu consultório?

a) gripes e resfriados
Resultado Parcial: (99)
Escala 33,45

b) rinites
Resultado Parcial: (69)
Escala 23,31

c) sinusites
Resultado Parcial: (46)
Escala 15,54

d) otites
Resultado Parcial: (27)
Escala 9,12

e) amigdalites
Resultado Parcial: (29)
Escala 9,8

f) outros
Resultado Parcial: (26)
Escala 8,78

 


Em pacientes com perda auditiva unilateral e suspeita de schwanoma do vestibular, você complementa a investigação com:

a) PEATE
Resultado Parcial: (35)
Escala 14,77

b) tomografia computadorizada
Resultado Parcial: (30)
Escala 12,66

c) ressonância magnética
Resultado Parcial: (113)
Escala 47,68

d) associação de mais de um dos exames acima
Resultado Parcial: (59)
Escala 24,89

 


No tratamento das aftas recidivantes você utiliza:

a) somente sintomáticos
Resultado Parcial: (46)
Escala 14,89

b) corticóides tópicos
Resultado Parcial: (88)
Escala 28,48

c) corticóides sistêmicos
Resultado Parcial: (67)
Escala 21,68

d) dapsona
Resultado Parcial: (37)
Escala 11,97

e) talidomida
Resultado Parcial: (28)
Escala 9,06

f) outros
Resultado Parcial: (43)
Escala 13,92

 


Você costuma fazer investigação laboratorial para pacientes com aftas recidivantes:

a) não
Resultado Parcial: (98)
Escala 38,28

b) somente se o tratamento clínico não funciona
Resultado Parcial: (67)
Escala 26,17

c) às vezes
Resultado Parcial: (51)
Escala 19,92

d) sempre
Resultado Parcial: (40)
Escala 15,62

 


No tratamento do ronco primário você indica:

a) CPAP
Resultado Parcial: (36)
Escala 9,97

b) aparelho intra-oral
Resultado Parcial: (32)
Escala 8,86

c) radiofreqüência
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,59

d) amigdalectomia com fechamento da loja amigdaliana
Resultado Parcial: (33)
Escala 9,14

e) uvulopalatofaringoplastia
Resultado Parcial: (59)
Escala 16,34

f) apenas medidas de higiene do sono e perda de peso
Resultado Parcial: (139)
Escala 38,5

g) outros
Resultado Parcial: (31)
Escala 8,59

 


Qual a sua avaliação geral do V Congresso Triológico de Otorrinolaringologia realizado em Brasília?

a) ótimo
Resultado Parcial: (81)
Escala 19,52

b) bom
Resultado Parcial: (131)
Escala 31,57

c) regular
Resultado Parcial: (71)
Escala 17,11

d) ruim
Resultado Parcial: (34)
Escala 8,19

e) péssimo
Resultado Parcial: (36)
Escala 8,67

f) não participei do congresso
Resultado Parcial: (62)
Escala 14,94

 


Na abordagem da atresia de coana bilateral em recém-nascidos, você costuma utilizar algum tipo de sonda ou stent para manter as coanas pérvias?

a) nunca
Resultado Parcial: (66)
Escala 16,46

b) sempre, por 1 mês
Resultado Parcial: (80)
Escala 19,95

c) sempre, por 3 meses
Resultado Parcial: (72)
Escala 17,96

d) sempre, por 6 meses
Resultado Parcial: (39)
Escala 9,73

e) sempre, por 1 ano
Resultado Parcial: (27)
Escala 6,73

f) não realizo tal cirurgia
Resultado Parcial: (117)
Escala 29,18

 


Na abordagem das atresias de coana, você utiliza qual técnica cirúrgica?

a) endoscópica com flap mucoso
Resultado Parcial: (98)
Escala 30,82

b) endoscópica sem flap mucoso
Resultado Parcial: (65)
Escala 20,44

c) transpalatal
Resultado Parcial: (30)
Escala 9,43

d) outras
Resultado Parcial: (28)
Escala 8,81

e) não realizo tal cirurgia
Resultado Parcial: (97)
Escala 30,5

 


Como será a sua participação no Congresso Triológico?

a) congressista
Resultado Parcial: (94)
Escala 30,52

b) palestrante
Resultado Parcial: (43)
Escala 13,96

c) congressista e apresentando trabalho científico
Resultado Parcial: (42)
Escala 13,64

d) palestrante e apresentando trabalho científico
Resultado Parcial: (36)
Escala 11,69

e) outra categoria (expositor, etc)
Resultado Parcial: (29)
Escala 9,42

f) não irei ao congresso
Resultado Parcial: (64)
Escala 20,78

 


Você participará do próximo Congresso Triológico de Otorrinolaringologia em Brasília?

a) não
Resultado Parcial: (92)
Escala 30,26

b) sim
Resultado Parcial: (171)
Escala 56,25

c) não decidi ainda
Resultado Parcial: (41)
Escala 13,49

 


Você utiliza lisados bacterianos nas infecções de repetição das vias aéreas superiores?

a) não
Resultado Parcial: (65)
Escala 22,73

b) raramente
Resultado Parcial: (53)
Escala 18,53

c) às vezes
Resultado Parcial: (88)
Escala 30,77

d) sim
Resultado Parcial: (80)
Escala 27,97

 


Após turbinectomia inferior, como você faz a hemostasia do leito sangrante?

a) tamponamento anterior
Resultado Parcial: (71)
Escala 14,92

b) cauterização elétrica monopolar
Resultado Parcial: (210)
Escala 44,12

c) cauterização elétrica bipolar
Resultado Parcial: (70)
Escala 14,71

d) cola de fibrina
Resultado Parcial: (29)
Escala 6,09

e) esponjas / géis absorvíveis
Resultado Parcial: (38)
Escala 7,98

f) creme de acetato de clostebol
Resultado Parcial: (28)
Escala 5,88

g) outros
Resultado Parcial: (30)
Escala 6,3

 


Você costuma indicar imunoterapia para o tratamento da rinite alérgica?

a) sim, sempre
Resultado Parcial: (37)
Escala 10,98

b) sim, somente nos pacientes sem melhora com tratamento clínico
Resultado Parcial: (99)
Escala 29,38

c) sim, somente em crianças e adolescentes
Resultado Parcial: (31)
Escala 9,2

d) sim, somente se tiver asma associada
Resultado Parcial: (29)
Escala 8,61

e) raramente
Resultado Parcial: (72)
Escala 21,36

f) não
Resultado Parcial: (69)
Escala 20,47

 


Você costuma utilizar medicações profiláticas no tratamento da rinite alérgica?

a) sim, cetotifeno
Resultado Parcial: (70)
Escala 27,45

b) sim, cromoglicato de sódio
Resultado Parcial: (63)
Escala 24,71

c) não
Resultado Parcial: (122)
Escala 47,84

 


Quando você opta pelo uso de anti-histamínicos para o tratamento das rinites, qual é o de sua preferência?

a) astemizol
Resultado Parcial: (26)
Escala 4,44

b) azelastina
Resultado Parcial: (28)
Escala 4,78

c) cetirizina
Resultado Parcial: (42)
Escala 7,17

d) dexclorfeniramina
Resultado Parcial: (35)
Escala 5,97

e) epinastina
Resultado Parcial: (37)
Escala 6,31

f) fexofenadina
Resultado Parcial: (99)
Escala 16,89

g) hidroxizina
Resultado Parcial: (27)
Escala 4,61

h) loratadina
Resultado Parcial: (175)
Escala 29,86

i) prometazina
Resultado Parcial: (27)
Escala 4,61

j) terfenadina
Resultado Parcial: (27)
Escala 4,61

h) outros
Resultado Parcial: (63)
Escala 10,75

 


Quando você opta pelo uso de corticóides tópicos para o tratamento das rinites, qual é o de sua preferência?

a) beclometasona
Resultado Parcial: (32)
Escala 5,31

b) budesonida
Resultado Parcial: (241)
Escala 39,97

c) fluticasona
Resultado Parcial: (83)
Escala 13,76

d) mometasona
Resultado Parcial: (141)
Escala 23,38

e) triancinolona
Resultado Parcial: (50)
Escala 8,29

f) outros
Resultado Parcial: (29)
Escala 4,81

g) não costumo usar corticóides tópicos
Resultado Parcial: (27)
Escala 4,48

 


Nos pacientes com sintomas de rinite, você costuma fazer screening laboratorial para identificar o tipo de rinite:

a) em todos os pacientes
Resultado Parcial: (53)
Escala 13,09

b) somente em crianças
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,91

c) somente em adultos
Resultado Parcial: (27)
Escala 6,67

d) somente se o tratamento clínico falha
Resultado Parcial: (126)
Escala 31,11

e) somente se for indicar imunoterapia
Resultado Parcial: (62)
Escala 15,31

f) nunca
Resultado Parcial: (109)
Escala 26,91

 


Você achou que a atuação da ABORL-CCF neste primeiro ano de mandato foi, de maneira geral:

a) ótima
Resultado Parcial: (197)
Escala 40,12

b) boa
Resultado Parcial: (165)
Escala 33,6

c) regular
Resultado Parcial: (52)
Escala 10,59

d) ruim
Resultado Parcial: (46)
Escala 9,37

e) não tenho opinião formada
Resultado Parcial: (31)
Escala 6,31

 


Qual a parte do site que mais lhe interessa?

a) notícias
Resultado Parcial: (54)
Escala 11,61

b) título especialista
Resultado Parcial: (35)
Escala 7,53

c) ensino e residência médica
Resultado Parcial: (33)
Escala 7,1

d) jovem ORL
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,02

e) educação continuada
Resultado Parcial: (80)
Escala 17,2

f) defesa profissional
Resultado Parcial: (34)
Escala 7,31

g) protocolos
Resultado Parcial: (38)
Escala 8,17

h) eventos
Resultado Parcial: (47)
Escala 10,11

i) doenças ocupacionais
Resultado Parcial: (29)
Escala 6,24

j) enquetes
Resultado Parcial: (30)
Escala 6,45

k) entrevistas
Resultado Parcial: (29)
Escala 6,24

l) financeiro
Resultado Parcial: (28)
Escala 6,02

 


O que você achou do novo site da ABORLCCF?

Ótimo
Resultado Parcial: (88)
Escala 35,77

Bom
Resultado Parcial: (81)
Escala 32,93

Regular
Resultado Parcial: (40)
Escala 16,26

Ruim
Resultado Parcial: (37)
Escala 15,04

 


Como você prefere pagar a anuidade da ABORL-CCF?

boleto bancário
Resultado Parcial: (184)
Escala 48,94

internet - débito automático
Resultado Parcial: (41)
Escala 10,9

internet - cartão de crédito
Resultado Parcial: (94)
Escala 25

na sede da Associação
Resultado Parcial: (28)
Escala 7,45

não sou associado
Resultado Parcial: (29)
Escala 7,71

 


O que você achou da escolha de Belo Horizonte para a sede do próximo Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial?

ótimo
Resultado Parcial: (37)
Escala 20,22

bom
Resultado Parcial: (33)
Escala 18,03

regular
Resultado Parcial: (28)
Escala 15,3

ruim
Resultado Parcial: (30)
Escala 16,39

péssimo
Resultado Parcial: (27)
Escala 14,75

não tenho opinião formada
Resultado Parcial: (28)
Escala 15,3